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1. DEFINIÇÃO DA
REVISTA
A Revista de Pesquisa em Psicologia é uma publicação do Instituto de
Investigação Psicológica da Universidad Nacional Mayor de San Marcos e
tem como objetivo principal divulgar as pesquisas realizadas pelos
docentes da Faculdade de Psicologia e de outras universidades,
principalmente estrangeiras, com o objetivo de intercambiar resultados
de pesquisas que enriqueçam a informação especializada e assim
contribuir ao fortalecer a comunidade científica, nacional e
internacional. Tem como cobertura temática a psicologia científica, em
todas as áreas de pesquisa, nas modalidades qualitativas e quantitativas.
A revista está dirigida aos psicólogos, principalmente aos que intervêm
na docência universitária e na pesquisa. É de interesse que também sirva
de consulta a profissionais de disciplinas afins, bem como aos
estudantes de pós-graduação e universitário.
2. SISTEMA DE ARBITRAGEM E AVALIAÇÃO EXTERNA
Os manuscritos se devem apresentar em uma comunicação dirigida ao
Diretor, com os dados da pesquisa em ficha à parte, especificando a
responsabilidade do estudo e compromisso ético assumido com os
resultados do estudo. É um requisito manter o anonimato do autor ou os
autores, para sua revisão e avaliação. Um segundo requisito para a
aceitação é que os resultados da pesquisa não tenham sido divulgados,
total ou parcialmente, na informação de seus resultados, em outra
revista ou publicação, guardando por tanto o caráter de inédita. O
Diretor remeterá o manuscrito ao comitê editorial, como primeira
instância para ser avaliada a pesquisa. Se o comitê considera necessária
uma opinião técnica sobre a pesquisa, remeterá o manuscrito ao membro do
comitê consultivo especializado da temática de pesquisa correspondente.
Em ambos os casos, será levantada uma ata de recomendação para ser
publicada, ou para se devolver para atender as observações realizadas. A
decisão final de publicação a realizará o Comitê Editorial.
3. SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
A Revista de Pesquisa em Psicologia encontra-se indexada no sistema
LATINDEX: Sistema Regional de Informação on-line para as revistas
científicas da América Latina, do Caribe, de Espanha e Portugal. Além
disso pode ser visualizada em numerosos portais virtuais de
universidades do mundo e de dos Centros especializados de pesquisa
psicológica, entre os quais se encontram os seguintes:
(1) Portal de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) y
Organización Mundial de la Salud (OMS):
http://www.per.ops-oms.org/doc_9.html
(2) Portal de producción científica hispana DIALNET:
http://www.unirioja.es
(3) Portal brasileño de Revistas Electrónicas de Psicología, biblioteca
virtual em saude: http://pepsic.bvs.org.br/revistas/ripsi
(4) BVS Biblioteca Virtual de salud de la ULAPSI, Unión Latinoamericana
de Entidades de Psicología: http://www.ulapsi.bvsalud.org
(5) Portal de la biblioteca de la Universidad Nacional Autónoma de
México: http://biblioteca.ist.unam.mx
(6) Compludoc, base de datos de la Universidad Complutense de Madrid:
http://www.ucm.es/eprints/s508
(7) Base de datos de la Indiana University, Purdue University foro
Wayne: http://libw.edu
(8) Biblioteca de la Facultad de Filosofía y humanidades, Biblioteca
Elma Kohlmeyer de Estraou, Universidad Nacional de Córdoba, Argentina:
http://www.bibliotecas.unc.arg
(9) Portal de revistas de Psicología y Psiquiatría:
http://www.intermedicina.com
(10) Portal del Ministerio de Educación del Perú enlace para docentes
investigadores: http://ciberdocencia.gob.pe
4. NORMAS SOBRE O FORMATO PARA A APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS
As recomendações técnicas assumidas pela Revista de Pesquisa em
Psicologia correspondem às "normas do American Psychological Association”
(APA), especializada na publicação de literatura psicológica, para
favorecer a uniformidade de autores e redatores experimentados na
redação de temas psicológicos e facilitar por tanto a comunicação
científica.
Os autores que remetam os manuscritos devem ser "guiados pelo Manual de
estilo de Publicações da APA (1974, 1983, 1994, 2002)”.
Esta referência técnica permite que os manuscritos sejam avaliados com
os instrumentos de verificação existentes. A primeira avaliação deve
correr por conta do pesquisador e/ou da equipe de pesquisas que assinam
a autoria.
O autor é quem assume a responsabilidade científica e ética da pesquisa.
Quando a autoria recair em uma equipe de pesquisa, a responsabilidade
antes sinalizada será assumida pelo primeiro nome que aparece na
publicação.
4.1 Tipos de artigos
Com o objetivo de qualificar os manuscritos remetidos para sua
publicação, a Revista de Pesquisa em Psicologia classifica os seguintes
tipos de artigos: (1) Relatórios de pesquisas empíricas; (2) Relatórios
de pesquisas históricas e/ou avaliação (3) Estudo de casos; (4) Artigos
metodológicos; (5) Artigos originais de ensaios ou revisão teórica; (6)
Artigos de resenha ou revisão e (7) Documentos institucionais de
interesse histórico, acadêmico e/ou profissional. Em todos os casos, os
artigos devem ser originais. Por isso se recomenda que a publicação
contribua para a história da produção de conhecimentos em Psicologia.
4.2 Formato de apresentação do manuscrito
Os manuscritos se devem remeter em forma impressa e armazenado em um
disquete ou em CD, utilizando o processador de textos Word, em tipo
fonte Arial 12 pontos, impresso em folhas A4 espaço duplo, com um máximo
de 20 páginas, em três vias, com o objetivo de favorecer a leitura,
avaliação e redação. A qualidade da apresentação será objeto de
avaliação, com os instrumentos propostos pela APA (2001, 2005).
5. ESTRUTURA DOS MANUSCRITOS PARA SER PUBLICADOS
Genericamente os trabalhos de pesquisa devem ter as seguintes seções:
Titulo, autoria, resumo em castelhano e inglês, palavras chave em
castelhano e inglês, introdução, método, resultados, discussão,
conclusões, referências bibliográficas, apêndices, notas quanto ao
autor.
5.1 Título
Deve sintetizar a idéia principal do escrito, de uma maneira simples e
redigida com estilo de comunicação científica. Deve ser um enunciado
conciso quanto ao tema central e identificar os aspectos teóricos
ressaltantes, de acordo com o tipo de artigo atribuído pelos autores.
5.2 Autoria
5.2.1 Nome do autor (es)
Começar pelo responsável pela pesquisa, escrevendo o nome que
freqüentemente utiliza para ser identificado, seguindo o sobrenome
paterno e o inicial do sobrenome materno. Se na pesquisa tiver
participado mais de um autor, por na seqüência que a equipe de pesquisa
tem decidido, mantendo a mesma característica de nomes e sobrenomes do
responsável.
5.2.2 Afiliação institucional
A afiliação identifica a instituição promotora da pesquisa e onde o
autor ou os autores receberam o apoio e o estímulo correspondente.
Inclui uma afiliação dupla só se duas instituições contribuírem de
maneira considerável ao apoio financeiro para o estudo. Não introduza
mais de duas afiliações. 5.2.3 Cabeçalho de página
É um título abreviado que vai impresso na parte superior das páginas do
artigo para identificá-lo ante os leitores. O cabeçalho deve ter um
máximo de 50 caracteres, contando as letras, a pontuação e os espaços
entre palavras.
5.2.4 Endereço eletrônico do autor e/ou da equipe de pesquisa
5.3 Resumem
O resumo deve destacar aspectos novos e importantes dos achados
derivados do estudo, redigido em 120 palavras.
O resumo tem características singulares, de acordo com a qualificação e
classificação do tipo de artigos.
É um sumário completo quanto ao conteúdo do artigo. Deve ter as
seguintes características: a. conciso: Deve refletir corretamente o
objetivo e o conteúdo da pesquisa. Não inclua nele informação que não
apareça no corpo do escrito.
Se o estudo é uma ampliação ou responde a uma pesquisa prévia, assinale
isto no resumo, e cite o autor (nome em iniciais e sobrenome) e o ano;
b. completo: Defina todas as abreviaturas (exceto as unidades de medida)
e os acrônimos. Escreva os nomes íntegros de provas e fármacos (utilize
nomes genéricos para estes últimos). Defina os termos pouco comuns. Faça
paráfrase mais que consultas. Inclua nomes de autores (iniciais e
sobrenomes) e datas de publicação nas consultas quanto a outras
publicações (e forneça uma citação bibliográfica completa na lista de
referência do artigo); c. Específico: Faça com que todas as orações
sejam informativas ao máximo, em especial a oração principal do artigo.
Seja tão breve como seja possível. d. Não avaliado: Especificamente nas
pesquisas empíricas é um relatório mais que uma avaliação; e. Coerente e
legível: Escreva em prosa clara e vigorosa. Utilize verbos mais que
substantivos equivalentes, o mesmo que a voz ativa em vez da passiva.
Deve-se redigir em dois idiomas: espanhol e inglês.
5.4 Palavras chave
Recomenda-se que não sejam menos de três nem mais de cinco, sua
utilidade é dar uma informação conceptual ao leitor e permitir indexar
em formato de publicação de resumos eletrônicos. Deve-se escrever em
dois idiomas: espanhol e inglês.
5.5 Introdução
Deve constituir o primeiro contato teórico da pesquisa. Seqüencialmente
apresentar os objetivos, o problema, os antecedentes e o argumento.
Recomenda-se citar só os trabalhos pertinentes, com sua referência no
rodapé, incidindo na teoria, os aspectos metodológicos importantes e
suas conclusões, de tal maneira que se veja a continuidade lógica com os
trabalhos anteriores e/ou prévios e ao atual.
5.6 Método
Descrição do tipo e/ou desenho, bem como do método utilizado para
realizar a pesquisa. Informar o que é o que se fez e como o fez, de
maneira tal que o leitor se possa interessar em replicar o estudo.
Precisar descritivamente a propriedade do método empregado, bem como da
validade e da confiabilidade dos instrumentos, que permitam valorizar os
resultados obtidos. Nas pesquisas empíricas, precisar a seleção de
sujeitos, bem como de suas características demográficas: sexo, idade,
raça ou origem étnica, entre outros, explicitando sempre os princípios
éticos e os códigos de conduta para os psicólogos (APA 1992ª), da mesma
forma no emprego de ferramentas e procedimentos.
5.7 Resultados
Apresentar os resultados seguindo uma seqüência lógica no texto, tabelas
e ilustrações (se fossem necessárias), destacando em primeiro lugar os
achados mais importantes. Não repetir todos no texto os dados das
tabelas ou as ilustrações, ressaltar ou resumir só as observações mais
importantes. Nas pesquisas não empíricas ressaltar as propostas
alternativas e sua contribuição à melhor compreensão do problema de
pesquisa.
5.8 Discussão
Destacar os aspectos mais inovadores e importantes, bem como a
interpretação e análise das implicações dos resultados. Evitar
afirmações ou alusões sobre os aspectos da pesquisa que não se façam
chegar a um bom termo. Concretizar-se ao debate dos achados,
estabelecendo a articulação e/ou a distância com pesquisas similares que
se têm realizado e têm sido citadas como antecedentes.
5.9 Conclusões
Constitui a parte final do artigo onde se devem concretizar em poucas
palavras os achados da pesquisa quanto aos objetivos estabelecidos e o
problema. Portanto, as conclusões devem estar respaldadas pelos dados ou
das propostas sobre a qual atuou a pesquisa.
5.10 Referências bibliográficas
A uniformidade das referências bibliográficas terá como patrão as normas
da APA. Sua confecção será realizada levando em consideração a ordem
alfabética dos autores e em modalidades diferentes de literatura: livro
completo, capítulo de livro, artigo em revista, resumo de artigo, artigo
de revista de pesquisa, dicionários, congresso, tese, endereço de
Internet, etc.
5.11 Apêndice (Anexos)
É incluso só se este ajudar os leitores a compreender, avaliar ou
replicar o estudo. Pode ser uma prova não publicada e sua validação, uma
descrição detalhada de uma peça completa de equipamento ou um programa
psicológico proposto.
5.12 Notas quanto ao autor (es)
Inclui: (1) A filiação institucional. (2) Fonte de apoio econômico da
pesquisa. (3) Referências profissionais. (4) Endereços postais e
eletrônicos.
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